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Eletrônica digital: Arduino X Pic.duino – qual é o melhor?


Em minha opinião, a Atmel abriu novos horizontes na eletrônica digital com a criação não só do open-hardware Arduino, mas também com sua IDE de desenvolvimento de tão alto-nível que levou diversos hobistas a se introduzirem nesse mundo da eletrônica digital. E como consequência de sua qualidade, concorrentes começaram a surgir, de forma direta ou indireta, mas seguindo as linhas definidas pela Atmel.

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19 Respostas para “Eletrônica digital: Arduino X Pic.duino – qual é o melhor?

  1. Quando eu programava para 8080 era tão diferente? Delay é luxo …
    MOV, NOP (com um looping de x para calcuilar tempo) ..

    • Então velho, achei assustador, nunca tive contato com PIC mas do jeito que está na atualidade pra mim já é super baixo nível! rs!

  2. Ailton Façanha Moreira

    Não acredito que exista um melhor antes da aplicação a ser desenvolvida.
    Uso muito o Arduino – já sofri o suficiente com assembly. Na minha opinião, o Arduino é atualmente a melhor opção para quem estar começando ou quem pretende ter um microcontrolador como hobby. A relação custo X benefício do Arduino é muito boa. Já se encontra no Brasil placas Arduino de R$68,00 com excelente qualidade. O preço praticado hoje no Brasil já está bem próximo do Arduino Uno lá de fora, devido a alta do dolar. Os microcontroladores PIC são excelentes, já trabalhei com eles em várias aplicações utilizando o C da CCS. Infelizmente, não existe uma IDE free para se trabalhar em C ou mesmo C++ com PIC tão eficiente como a IDE para Arduino. Se alguém conhecer alguma me avise, estou precisando! Agora, o bom mesmo é desfrutar dessa quantidade de placas disponiveis no mercado para todos os gostos. Mesmo assim, ainda tenho SAUDADES do 8085 e do velho Z80.

  3. Desculpem mais a Atmel nao desenvolveu o arduino, quem desenvolveu foi Mássimo Banzi no Interaction Design Institute Ivrea projeto criado em meados de 2003 na Itália, apenas utilizaram o microcontrolador da Atmel, mais a mesma nada tem com desenvolvimento da IDE ou da estrutura de hardware da placa em si.

  4. Bem intencionado o artigo, porém há de se notar que o PIC é um microcontrolador com arquitetura RISC, diferente do ATmega usado na placa Arduino. Por isso, não faz sentido comparar a quantidade de memória entre eles. Outra informação é que para programar o PIC existem diversos compiladores e linguagens, não só o proprietário MikroC citado. Veja o artigo em http://www.robsonmartins.com/inform/linux/eletr/pic.php .
    Além disso, existem diversas famílias de PIC com diferentes recursos, desde USB até DSP ou Ethernet embutida, além de modelos com 16 ou 32 bits de CPU, e diferentes pinagens (http://www.microchip.com/pic/).
    Ou seja, são microcontroladores bem diferentes – com custo e recursos bem diferentes.

    • Não sei praticamente nada de PIC (ainda), mas sabia que é RISC. A questão de memória não faz sentido comparar por que motivo, exatamente?
      Sei que existem outros compiladores, inclusive em Linux, mas citei o MikroC não pelo compilador, mas pelo SDK.
      Em relação às famílias, estou utilizando a 16F e 18F no momento, mas já adquiri uma UNO32, que é a pic 32MX numa board que lhe dá compatibilidade com o o Arduino, inclusive com um port fantástico do SDK de desenvolvimento do Arduino, em breve escreverei a respeito também.

      Por fim, adquiri uma ARM M3 (que muitos pensam que roda Linux), mas deu problema, então não estou certo de quando escreverei a respeito também. Vou olhar seu site, toda a informação nesse momento será importante para mim, obrigado.

  5. Tem o Pinguino, se vc. não conhece, olha nesta página http://www.hackinglab.org/pinguino/index_pinguino.html a interface é a mesma do Arduino e na versão de 40 pinos tem muito mais funções. Acho que vc. vai gostar.

  6. Uma das diferenças entre a arquitetura RISC e a CISC é o conjunto reduzido do set de instruções, o que torna cada instrução mais poderosa em seus efeitos. Então, uma instrução ocupa menos memória de programa e executa em menos ciclos de clock, do que o equivalente em CISC, que pode ser um número maior de instruções. Mas acho que cometi um equívoco: alguns modelos da Atmel tem sim arquitetura RISC e um set de instruções reduzido (especialmente os de 32 bits), não sei se é o caso também do ATMega usado nessa versão de Arduino.

    • Ah, certo, mas você está considerando somente memória para execução das instruções, reduzidas ou não. Por exemplo o P16F887A tem 256 bytes de memória RAM, não serviria para alguns projetos que necessitam de amostragem para tirar media.
      Mas de qualquer modo as informações que você está colocando em suas respostas são bastante úteis pra galera saber da diferença de arquitetura, etc. Essa diferença eu aprendi na facul, para mim já não é mais novidade. rs.
      Valeu, continue postando informações, Robson!

  7. São pics que tem USB, existem outros, mas esses são mais comuns.
    Na mensagem anterior meu nome saiu errado, agora consertei.

    • O projeto lá parece ter parado há um bom tempo pela data da última release. É uma pena, porque gostei demais da IDE, cara.

      • Lourenço

        A ide é a mesma do Arduino e os comandos tb. Acho que os programas são intercambiáveis tb.

      • A IDE não é a mesma, é feita em python com a libwx, é muito mais bonita na minha opinião.

  8. Sinceramente não vejo muitas vantagens em se utilizar o microcontrolador PIC para uma plataforma como o Arduino, no entanto vou apresentar alguns fatos que achei interessantes:

    ATmega:
    Suport a C, tem um próprio GCC, AVR-GCC, open-source http://www.avrfreaks.net/AVRGCC/, programar em c é bem mais amigável a não ser que você queira algo bem mais controlado e tenha que usar Assembly
    Arquitetura do processador moderna, 1 instrução por clock
    Fácil de gravar, com um simples cabo serial ou paralelo você pode queimar seu HEX
    Em geral Atmel é mais barato que Microchip
    E o Arduino, bom, exitem um comunidade ativa enorme atualmente, http://www.arduino.cc , e muitos códigos exemplos, etc
    Multiplataforma, mac, linux, windows http://www.avrfreaks.net

    PIC:
    Suporta C, mas ainda é necessário algum trabalho direto no assembly caso queira fazer algo muito complexo, o melhor compilador para C só funciona no Windows, aliás tem um que é pago
    http://www.htsoft.com/products/compilers/PICClite.php e não custa barato.
    Para linux o SDCC http://sdcc.sourceforge.net/ que ainda esta em fase de desenvolvimento para as linhas de processadores da Microchip, visto que sua comunidade é bem menor e também a alguns fatores limitantes da arquitetura do processador, por exemplo
    Mudanças de bancos de memória, set de instruções limitado.
    Em geral você precisa de um circuito ativo e um pouco chato para poder gravar os PICS, disso isso se comparado a facilidade de se gravar um atmel.
    Arquitetura de umas instrução por cada 4 clock
    Comunidade http://www.piclist.com
    Tentativas de plataformas como a do arduino,
    http://en.wikipedia.org/wiki/PICAXE
    http://en.wikipedia.org/wiki/BASIC_Stamp
    Sem dúvidas para uso profissional o PIC também é excelente, possuindo uma ampla gama de microcontroladores, USB nativa, etc, mas para hobby ou para quem esteja ingressando agora neste universo, considero a Atmel, mais especificamente a plataforma Arduino, imbatíveis.

    Principalmente se levarmos em conta que sua IDE já é toda “macetada” agregando inúmeras funções ao AVR-GCC padrão, que facilitam em muito a vida do desenvolvedor, tornando esta tarefa praticamente intuitiva. Mas claro, isto é só uma opinião, todos tem livre arbítrio para fazer uso da plataforma que lhe for mais conveniente! ;)

    • Seu comentário havia entrado em SPAM e eu não vi, desculpe a demora em aprovar.
      Excelentes comentários e indicações.
      Não defendo nem ataco nenhuma das plataformas, mas o MikroC é ótimo para programar em PIC e tem mais de 400 bibliotecas. Fiz um test-drive e adquiri o produto, que concordo, não custa pouco.
      Existem PICs melhores e piores, mas que se adequam às necessidades. Adquiri também um UNO32, que é uma PIC muito interessante (em breve escreverei artigos a respeito). Gosto muito de Arduino pela interface de desenvolvimento fantástica, mas o PIC com esse programa que citei me deixou motivado pelo principalmente pelo seu diferencial; ele exibe o circuito interconectado com os componentes cujas bibliotecas foram inclusas inseridas no projeto. Escrevei artigos a respeito também.
      Por fim, eu adquiri também uma ARM Cortex M3, mas infelizmente queimei ela ontem, mas não foi uma experiência nada agradável, ao contrário da UNO32. Todas tem seus prós e contras e pretendo desfrutar dos prós de cada uma das arquiteturas! ;-)
      Vou passear pelos links referenciados, obrigado pelas dicas!

  9. Pingback: Eletrônica digital – Fazendo tanto com PIC como Arduino | Djames Suhanko – Linux e Programação

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